sábado, 18 de fevereiro de 2023

Uma Oração Digital por causa da pergunta do Facebook

 O que estou pensando Facebook...?

Já que ninguém perguntou, quem sabe nem está interessado, faço essa postagem na tentativa de ser entendida.

Orei durante o preparo do café da manhã - Arguir: "Pai Meu Deus de Amor me mostre como sair de uma situação tão angustiante do calor de um verão castigador, estamos sem dinheiro. Lia Paula revoltada e cada vez mais trazendo no seu corpo já castigado os efeitos desta situação..."

Aí o Senhor inspirou o meu coração... "Faça um apelo na postagem "O que você está pensando" lá no Face...ou seja uma oração digital!

Querido Pai! Quem sabe alguém se inspire nessa internet e cumpra os Seu Mandamentos Imperioso: "Amar a Deus e ao próximo como a ti mesmo."

Alguém quer colaborar? Minha filha tem o Pix dela (liapaulaqueiroz@gmail,com)!

Em tempos de doação voluntária nosso terremoto é o abandono...

Pensar que o cidadão Campos Neto do BC declarou: "Afinal, ele considerou uma ajuda humanitária criar o Pix".

Palavras dele: "Agora as crianças que vendem balas nos sinais de trânsito recebem o pagamento por Pix..."

O cidadão do BC não conhece o ECA e os Direitos das Crianças e Adolescentes. Crianças e Adolescentes têm que estudar e brincas e não trabalhar, muito menos em sinas de trânsito...É mole?

Assim em oração clamo: "Ajuda humanitária: somos sobreviventes de muitos "terremotos"...

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Para a Familia

 06 01 2023 - Dia de Reis

Hoje, dia especial para mim! 

Seria o Aniversário de Vovó Celina, mãe de meu pai. Estaríamos todos reunindos ao redor dela.

Então, pensei, como seria uma alegria para mim compartilhar nossa união em torno de Lia Paula.  Foi um ano de 2022 muito difícil para ela.

Sinto que o nosso estilo de vida não necessita só de WhatsApp. Ela precisa de muito apoio e presença.

Pensem no belo e comovente discurso do Dr. Sílvio Almeida  - Ministro dos Direitos Humanos..."Lia Paula existe e é valiosa para nós". 


sábado, 20 de dezembro de 2014

IRRESISTÍVEIS

Natal 2014
Da série: “Poesia de Natal” - Irresistíveis

Aí veio-me a inspiração de uma poesia dedicada aos meus amigos da UFF – Turma de História 1965.
Descobri então o significado da amizade e, como me faz feliz! Sentimento forte que nos liga incondicionalmente ao outro. No seu corolário encontrei nesta amizade de 49 anos a singeleza, a confiança, a surpresa e a lealdade; na prisão afetiva da amizade, experimento a verdadeira liberdade: ser o que sou sem precisar dar explicações...
Então, faço um link dessa experiência inenarrável com a Turma de Psicologia da UFF – 1980 - constituída por Mariana Erthal e Maria do Carmo – 39 anos de amizade sincera.
“Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de vivera a espera de viver ao lado teu por toda minha vida...”.
Tom e Vinícius entre outros são símbolos de uma época em que a amizade valia mais do que um vintém.

E a poesia, gente? Aí vai...

Aqui estamos
Nós sem alguns
Juntos
Na alegria
Ou dor
Choramos e rimos
De todos e tudo
Extravagantes, irreais
Porém determinados

E pensar
No começo singelo
Ingressos
Na Universidade Federal Fluminense
Cortando rios
De lágrimas contidas
Com vitórias
Incontestes
Pura emoção

Professores
Seduzidos
Pelos intrépidos
Bacamartes
De prontidão
À luta
Ideológica
Fantasias de mudanças
Sobreviventes espectadores

Caminhamos
E andamos
Nos compassos da melodia
Dos versos de Vandré
Os doces
Sonhos de juventude
Cada qual
Na cadência própria
“I did my way”

“We”, nós
Aqui dizemos
Presente!
Nos acontecimentos
Históricos tempos
Globalizados
Escárnios e cinismos
Perpassam os olhares
Dos internautas quânticos Perplexos

Quem somos?
Os irresistíveis
Pela teimosia
E destreza
Com as palavras
Gestos de camaradagem
Pena
Porque os que já foram
P’ro andar de cima

Confirmaram o teorema
A matemática é
Mas, nós Turma de História - UFF 1965
Não somos – Eternos
Porém
Inesquecíveis
E terríveis

No significado
Cultural
De uma Era
Uma Geração
Deixa um legado
Inestimável
De Amor
Pela História do Brasil???

O Poeta precisa sofrer para construir poesias; senão seria só um ator expressando uma personagem no palco.

Provérbios: 3:27
        Não deixes de fazer bem a quem o merece, estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo.

De sua colega que os ama 
Maria do Carmo

segunda-feira, 21 de julho de 2014

COISAS DE 16 DE JULHO 2014


Quem não é visto não é lembrado...”

Quem não é lembrado está abandonado?

Na metalinguagem convivem dois paradigmas; independentes, mas interligados. Se quiser escapar da verdade cai na armadilha da afirmação publicitária.

Quando as palavras criam vida para além do pensamento, o real alça o imaginário, criam a realidade e constroem o sentido. O simbólico se impõe antecipando o significado. É o acontecimento que faz a cena.
Heróis, bandidos, culpados, inocentes, ingênuos, espertos, banais, importantes, nobres, vilões, etc.., etc.., etc... São todos uma gama imensurável de caráter do relativo existir dos seres humanos.
Jaz o pensamento cartesiano e sua plataforma de causa/efeito – construção inequívoca e intensa dos ideólogos do século XX?

Surge majestoso, no século XXI, o pensamento quântico – desconstrução do óbvio para trazer à superfície cognitiva o ato transformador da realidade em outros e sucessivos reais. No ponto de mutação com seu elemento surpresa, ou para cruel ou para gozo há de desnudar a tragédia retirando-lhe as vestes dramáticas de seus fundamentos. O desequilíbrio da ação se faz e produz a luminosidade. Como um espetáculo pirotécnico perturbador. É o assombro. Na interjeição (? ! ...), assombrar não é pelo medo mas, e sobretudo, pela audácia da decisão.
Em tempos de chip, o melhor é recriar por cima da catástrofe. O desabamento do ato em si até dar certo. 

O desafio da coragem é a banalização do resultado. Um vencedor impõe um perdedor. Sempre é preciso inventar. Mais ou menos como passar de favorito para o execrável e, vice/versa. Tudo num piscar de olhos. Confundem-se os significados formando outra cadeia de significantes. E, vão desenhando novas e diferentes figuras até sumirem no universo infinito da assombração. Mancha e claridade sucessivamente como contraponto do contorno da figura constituída na luz. Conjunto vazio dos cálculos avançados da matemática possibilitando o transporte Rumo ao Nada. Ou ao Todo?

A matéria infinita também é a morte transcendental da antimatéria. Nervosismo e calma no apagão de sobreviventes do caos. Até que tudo se anula porquanto o sentimento não existe mais e a emoção esvaiu-se no inútil.
Foi assim e será para adiante “¯refeito em sonhos, desfeitos em sons, perfeitos em cores, além¯ ”.
Azul
Amarelo
Verde e
Branco.
Brasil!!! Copa do Mundo 2014

Ps: São só coisas de 16 de julho – não defende/ não acusa/ faz pensar!
Física Quântica...

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Natal Sem Precisar Ser Natal

Desde muito
Cedo
Em minha vida
Discordei!
Natal é o que?
Uma mera
Deferência
Ao ego coletivo
Onde
Nada justifica
O nonsense
Do consumo

Porém
Louvo
Jesus Cristo
Salvador
Menino nascido
Em humilde
Estrebaria
Sem dúvida
Sofre
Com a distorção
Do projeto Divino
Em Belém
Da Judéia

O que percebe?
Hipocrisia
Vaidade
Glutonaria
Ostentação
Confusão
E tantas outras
Banais atitudes
Dos compradores
Vorazes
Por presentes
Pr’a  quem?

Natal 2013
Funeral 2013
De Madiba das crianças
Africanas como ele.
A humanidade
Ficou órfã
No adeus
À tal sublime
Liderança
Ícone e suporte
Das nobres
Aspirações
De incontáveis
Gerações

Em prisão
Foi o mais livre
Cidadão do mundo
Resistindo
Com firmeza
À injustiça
E aos princípios
Inegociáveis
Pois
Sua perseverança
Deixou
Perplexos
Os poderosos
Donos do Mundo

Ao voltar
Dos 27 anos
De reclusão
Forte e digno
Confundiu
Algozes e carrascos
Ao reiterar
Ideais
Liberdade
Igualdade
Fraternidade
Honra

Tudo
Estampado
Na altivez
Sem pompas
De poder
Mantendo
Intocável
O carisma
Iluminado
Desta gentil
Personalidade
Da história

Sua morte
Surpreende
Por sepultar
O tradicional
Chorar das massas
E fazer
Brotar alegria
Verdade, compromisso
E luta
Carimbados
No seu
Exemplo de Vida

Tal Legado
Inexorável
Tributo
Ao bem
Estimula e ressuscita
Nos corações
Em todo Universo
A vontade de insistir
Plantar
A semente
Da esperança
De um planeta
Melhor

Paz
Nelson Mandela
Emblema
Da Democracia
E do definitivo
Não ao Apartheid
Sua existência
Significou
Inspiração
Magia
E encantamento
Para
Os incontáveis
Admiradores
De sua coragem

Dezembro de 2013
Rebeldia
Ao consumismo
Natal sem precisar
Ser natal
Morte
Ao egoísmo
À ganância
Ao desperdício
À comilança
Porquanto
Estão abandonadas
Populações inteiras
Cruelmente atingidas
Pela dor

Perdas
Irreparáveis
Humilhações
Amparadas
Nas mentiras
Panfletárias
De crescimento
E prosperidade
Do Mercado

Desarmem
As árvores
De Natal
Inúteis
Desarrumem
Os palácios luxuosos
Recolham
Enfeites alienígenas
Solidariedade
Urgente
Àqueles
Que assistem
Impotentes
Sonhos, pertences
Memórias
Vidas
Serem arrastadas
Nas sucessivas
Tragédias
E enxurradas
Sem fim

Políticas obtusas
Com vistas
Às  vantagens
Lucrativas
Exigem de todos
A volta
Do desejo
De dizer
Não
Aos embustes
Publicitários
“de um novo tempo”
Para enfim
Liberar
Um verdadeiro
Espírito de Natal

Eis um libelo
À Nelson Mandela

Para sempre!!!

Esta poesia é uma homenagem

Póstuma:
À Marita – minha mãe
À Geraldo - ADI-  meu irmão
À Tia Maísa - minha cunhada - representantes de uma geração onde riqueza era o resultado natural de trabalho honesto e árduo.

De gratidão:
À minha amiga Mariana Erthal Mello cuja generosidade ultrapassa o significado da própria palavra. Sempre está presente nas horas de aflições de mim e Lia Paula.

De orgulho:
À Lia Paula, minha amada filha - sobrevivente legítima das injustiças do Plano Real

De louvor: A Jesus Cristo o Amigo De Todas as Horas à quem o Natal pertence.
Amém e Amém!

sábado, 6 de abril de 2013

Orelha do Livro Loucuras da Internet de Cláudia Carioly


Feito em 13 de Julho de 2003 a pedido dessa grande amiga

Na matemática existem os números pares, os números impares e, os números primos...

Os números primos sempre me intrigaram. Por serem independentes. São quase malditos para as operações complexas. Por serem absolutos. São até abençoados nas funções aritméticas. E, por serem irrelevantes. Quantas vezes são considerados descartáveis nos cálculos avançados.

Pessoas também correspondem a tal classificação.

Os seres humanos pares logo se acasalam. Os ímpares por outro lado, passam a vida “galinhando”. E, os incompreensíveis seres humanos “primos” perseguem o insólito e tratam com muita sofisticação as suas preferências.

Cláudia Carioly, com certeza está na categoria dos “primos” e, com total desenvoltura “viaja” nos meandros da vida, sempre buscando as linhas sinuosas dos teoremas de Laplace.

Assim, ao enveredar pelas “loucuras da internet”, não tem nenhum pudor em “inventar” hipérboles e parábolas, para explicar o ser humano...

Sua obra despretensiosa e simples mas, de doce e sutil promessa, é como uma grande “window” a deslumbrar paisagens das “little windows” que pretendem esconder-mostrando, a intimidade das almas, atrás de venezianas virtuais.

Suas descobertas também são mistério e, colocam a escritora “cara a cara” “tela a tela” ou “teclado a teclado” com seus semelhantes, sem vergonha ou preconceito, assinando seu “Nick” preferido – CORAGEM.

A Vida da Palavra


“A fé remove montanhas!” repete o ditado popular... O teólogo contradiz o adágio e refaz o conceito: “a fé não remove montanhas mas antes, a palavra determina o milagre...”

E o filósofo retoma a reflexão para qualificar a escolha da palavra como a mola mestra do acontecimento. O povo, o teólogo, o filósofo, epígrafes do pensamento ocidental. Risível maneira de criar linguagens e traduzir intenções. Enquanto o primeiro crê, o segundo afirma o dogma para que o filósofo possa abstrair a idéia.

Na visão oriental entretanto, é o gesto que fortalece a palavra; e o que ela quer dizer depende da integração com a Natureza. Tudo primando pela espontaneidade e principalmente, pela naturalidade.

Na Antiguidade, lá onde a vida humana tem a sua origem, o gesto antecedeu a palavra.
E, é o seu aparecimento o responsável pela diferença entre o homem e os animais, desde então.

A vida contemporânea ao contrário, celebra a hegemonia da fala sobre o desempenho corporal e coloca o discurso como o lugar onde o poder se constitui.

Pela palavra constrói-se ou destrói-se a ordem humana. No amor ou na guerra a declaração é quem faz a escolha. Ela, a palavra, revela ou esconde certezas, verdades, mentiras e todos os sentimentos alojados na alma humana. Ela acalma ou acelera movimentos; sussurra ou alardeia notícias. Falada, escrita ou omitida lá está, no centro das atenções, a soberana na cadeia de comunicação entre o homem e o mundo, nas mais diversas manifestações do entendimento/desconhecimento.Tímida ou loquaz, a palavra define a sua majestade na função.

A vida da palavra garante e registra a eternidade da ação humana. Ao mesmo tempo também se eterniza nesta ação porque é através do humano que a palavra cria e dá vida ao evento, realizando liberdade e aprisionamento na construção do processo civilizatório.

O homem e a palavra. A palavra e o homem – movimento dual de efeito quântico, porquanto só existe na metalinguagem onde a surpresa não se importa se a palavra é “letra morta” e, proclama vida, na energia do encontro/desencontro do todo e da parte.

Numa compreensão holística, a vida da palavra confunde-se com a morte do seu significado; e ela, a palavra, é escolhida como tema de redação para premiar os humanos que fingem entender a “vida da palavra!!!”